origem
Quinta-feira, Maio 16, 2013
É este, inequivocamente, o meu treinador.

Obrigado, Jorge. Foi um prazer estar ontem em Amesterdão. 
 
por JAS às 20:57 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Maio 07, 2013
Eu continuo a "acarditar" hoje, tal como "acarditava" ontem

Recebido na caixa de correio da Iliada:

"Desta vez, sem rodriguinhos: os benfiquistas sao uma tristeza. Ainda ha tres dias eramos os melhores do mundo, iamos fazer a tripleta (palavra hedionda), andavamos a correr como otarios para ir a Amesterdao e, de repente, caem o Carmo e a Trindade porque temos de decidir o titulo no Dragao?! Como e'?! Mas que merda de apoio e' esse? Mas somos todos uma cambada de pussies ou que? Ai, os arbitros. Ai, o James. Ai, o Jackson. Ai, ai, ai, doi-me o rabo por antecipacao. E' para ir la apertar-lhes os fagotes ate o azul arroxear. Sem palavrinhas bonitas, sem moralismos, sem parabolas: e' ir com uma sede ao pote como aquela gente nunca foi. Com jogo sujo, jogo feio, jogo porco, jogo Porto, sem jogo nenhum, sem cheirar a bola (como me dizia ontem um amigo cuja qualidade tecnico-tactica fara dele, um dia, o natural substituto do Filho do Senhor), sem sequer a ver, nao me interessa. E' para ir la' ganhar. Era mais facil tendo ganho ao Estoril? Nao, nao era! Todos falamos do "fim de ciclo", de "acabar com a Grande Corrupcao", de "limpar o futebol portugues". E' assim que se termina, que se limpa, que se acaba: mesmo com quatro pontos de avanco, indo sempre jogar ao Porto para ganhar. Contra arbitros, amarelinhas, viagens ao Brasil e todas as mercearias de Portugal em conjunto: continua a ser para ganhar, sera sempre para ganhar, havera sempre de ser para ganhar, isto e' o Benfica. E aos tres estarolas que se fizeram fotografar no Rio de Janeiro: agora e' que e' altura de desfraldar a faixa. Agora e' que e' altura de acreditar. Jorge, e' para la' ir jogar tomates nos olhos. Um treinador que fez a epoca que fizeste, que construiu a equipa que construiste, nao pode recear nada, nem ninguem. E' para ir la mudar aos cinco e acabar aos dez. Massacre, massacre, massacre, Jorge. Sem medo. O Benfica- todo o Benfica - esta contigo! Nos "acarditamos". "Acarditem" voces tambem, porra. 

Atropela, Benfica!"
 
por JAS às 11:38 | Link | 9 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Outubro 08, 2012
"É soltar o Oceano no balneário do Sousa e deixar cair um sabonete."
O único processo eleitoral que sigo com atenção é o americano. Debates como os de ontem, entre Jon Stewart e Bill O'Reilly, ajudam a explicar porquê. Todos os outros me são indiferentes - os portugueses incluídos. A política é um lugar sujo e aborrece-me emporcalhar-me. Por isso, sigo-a com parcimónia e, acima de tudo, à distância. O processo eleitoral no Benfica não é diferente. Não tenho prestado atenção às contínuas declarações que Luis Filipe Vieira faz nos jornais, nas AGs e nas Casas do Benfica. Não só a vida na Bélgica é já suficientemente deprimente, como nunca fui grande apreciador de repetições estivas. Só quem chegou agora ao futebol - sobretudo ao nacional - é que ainda pode considerar inovador (se é que alguma vez o foi) aquele estilo Carvalhesco com que Vieira liga o gravador de cada vez que abre a boca. Os temas são os mesmos de há oito anos. As promessas também. Houve quem acreditasse. E que, por isso, continue a cobrar: os trezentos mil sócios, os dois ou três títulos seguidos, as negociações com a Olivedesportos. Seria um espectáculo divertido, se não fosse deprimente. Eu percebo: gente que viu grandes presidentes no Benfica - daqueles que efectivamente ganhavam qualquer coisa com o clube, honrando a sua História, cultura e tradição - age como se, no poder, ainda lá estivesse um desses. Lamento, minha gente: não está. Nunca esteve. E tão depressa não estará.

Não é por acaso. Acompanhei aqui há uns tempos uma troca de galhardetes entre dois bloggers que leio com relativa regularidade. Um deles é anti-vieirista até à medula. O segundo era mais pela alternativa, mas não a qualquer custo. Confesso que não consegui ler nas entrelinhas. Os intervenientes digladiaram-se, mas muitas vezes com meias-palavras, deixando sempre mais coisas implícitas que explícitas e raramente chamando os bois pelos nomes (como eu estou a fazer agora - é irritante, não concorda, leitor?) A coisa acabou depressa e, francamente, não retive nenhuma das trivialidades, mas percebi que vinga, no blogue do anti-vieirista, a tese de que o Benfica - e Vieira, naturalmente - não pode continuar a olhar, a falar e a culpar só as arbitragens. Percebo o que está por detrás do argumento e até cheguei a defender coisa parecida durante algum tempo. Até ter visto um Benfica estratosférico ter de esperar pela última jornada para se sagrar campeão no bonito ano de 2010. Depois disso, vi outras coisas. No ano passado vi aquele golo do Porto em fora-de-jogo numa partida essencial para o campeonato. E este ano já tive a oportunidade de ver   o Académica-Benfica (num bonito remake, desta vez com golos, daquela maravilha que lá se passou na época passada), tendo decidido escrever este post depois do Porto - Sporting de hoje.

Houve uma frase que me chegou por sms que ilustrou na perfeição o clássico: "isto agora vai ser marcar penalties até eles fazerem o segundo." É óbvio para todos - até para calimeros lambe-botas embevecidos com gente de índole duvidosa como Godinho Lopes - que o sistema está vivo e de boa saúde. O que significa que, 1) o Benfica deve continuar a fazer da limpeza do futebol português uma das suas principais prioridades; 2) tão cedo o Benfica não terá um Presidente digno desse nome. Enquanto a bola, em Portugal, for este esterco, nenhuma pessoa decente concorrerá às eleições do Benfica. Porque ninguém decente quer ter de fazer os malabarismos que só os Vieiras, os Lopes e os Pintos da Costa estão dispostos a fazer. O futebol, como a política, é um lugar sujo. E quem melhor que um vendedor de pneus para se mover na sujidade?

Uma nota, porém: sem sistema, Vieira não teria sido, jamais, Presidente do Benfica. O que significa que o combate será lento, como tem sido, e pouco eficiente, como se tem visto. Interessa a Vieira um Benfica sem sistema? Não creio. Será Vieira o mais habilitado a derrubá-lo? Certamente que não. Resta saber se existem cavalheiros interessados em arregaçar as mantas e enmerdar as mãos. Porque, não sejamos anjinhos, a merda existe. E, como se viu hoje, tresanda.
 
por JAS às 00:04 | Link | 11 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Setembro 01, 2012
Não percebo nada disto
Temos uma defesa sem alternativas à direita e ao centro, uma invenção na esquerda.
No miolo, Matic tem mais pressão do que nunca, uma vez que tem uma herança bem pesada para gerir.


Contratámos Lima.
Tira o lugar ao Cardozo ou ao Rodrigo?
Se a resposta é "não", porque gastar 4,5M€?

PS: vender Javi por 20M€ mais 3M€ por objectivos (mais 50% de uma futura mais valia na sua venda) é um mau negócio.
Porque Javi é um jogador nuclear, porque o valor é abaixo da cláusula de rescisão e porque os 20M€ não jogam à bola... Neste momento, pagámos os extremos que contratámos...
 
por Jota às 00:30 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Agosto 01, 2012
Salvio
Com papas e bolos se enganam (cada vez menos) tolos.
 
por JAS às 22:49 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Julho 31, 2012
Out there
Parece-me um pouco extremo... termos tantos extremos (Salvio, Ola John, Gaitán, Enzo Perez, Bruno César, Djaló, Nolito, Melgarejo).
É vergonhoso e incompreensível o grosso da verba para reforços ser gasta numa posição que está longe de estar fragilizada, não estando a qualidade de Ola John ou de Salvio em causa.
Assim, com este aparente "músculo financeiro",não se percebe porque é que as laterais defensivas estão a ser tão grosseiramente negligenciadas.
 
por Jota às 15:24 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Julho 22, 2012
Um poema que alguém no Benfica deveria ler. Rapidamente.
Ozymandias, Shelley

I met a traveller from an antique land
Who said: "Two vast and trunkless legs of stone
Stand in the desert. Near them on the sand,
Half sunk, a shattered visage lies, whose frown
And wrinkled lip and sneer of cold command
Tell that its sculptor well those passions read
Which yet survive, stamped on these lifeless things,
The hand that mocked them and the heart that fed.
And on the pedestal these words appear:
`My name is Ozymandias, King of Kings:
Look on my works, ye mighty, and despair!'
Nothing beside remains. Round the decay
Of that colossal wreck, boundless and bare,
The lone and level sands stretch far away
 
por JAS às 21:48 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Julho 19, 2012
A dimensão moral

Não ousa a minha vã filosofia tentar compreender em que meandros obscuros se move o futebol português. Creio ser necessário passar primeiro por um processo de degradação moral contínua para conseguir ver a floresta onde agora só vislumbro algumas árvores, caminho que prefiro não percorrer. Dito isto, não posso deixar de expressar o meu significativo desapontamento com a decisão de hoje do Conselho de Justiça, não tanto por ter sido este o órgão decisor, mas por ter resultado a decisão de um recurso da direcção do Benfica. Um recurso que, a meu ver, e tendo em conta as árvores que vislumbro, me parece absolutamente errado e que tenho dificuldades sérias em compreender à luz de uma perspectiva moral e financeira. A meu ver, só duas decisões justificam este recurso: continuar a copiar a dúbia política de empréstimos que se pratica noutro lado; ou encher bandulhos financeiros com comissões cobradas por compras de refugo sul-americano (com uma ou outra excepção) que elevou o número de jogadores do Benfica sob contrato para perto de 60, se não erro.

A discussão em torno do jogador português, para o qual nos estamos cagando há décadas, é completamente falsa. Nenhum dos grandes pretende utilizar os jogadores que lá tem e que lá forma. Primeiro, porque não tem tempo, nem dinheiro, para fazê-los crescer. São necessários resultados rápidos que não se compadecem com processos de aprendizagem e amadurecimento, processos esses que a diferença abissal da transição juniores-seniores requer. Não é por acaso que o único clube dito grande que produziu gente com nível nos últimos anos é o que está numa situação financeira aflitiva que o tem impedido de comprar passes de gente com qualidade. A outra razão, suspeito eu, prende-se com as comissões que os jogadores portugueses não darão a terceiros, por não ser preciso negociá-los, sobretudo aqueles formados no próprio clube. Assim sendo, a única situação em que o jogador português será favorecido em relação aos paquetes de sul-americanos que atracam anualmente em Portugal será quando todos os clubes se encontrarem na penúria em que se encontra o Sporting. É uma pena que tenhamos tão ingenuamente caído na armadilha, se é que não nos deixámos cair. De ora em diante, quando quisermos queixar-nos de que os empréstimos vieram substituir as mercearias, teremos sempre alguém que nos relembre que eles só continuam a existir graças a nós. Lembremo-nos disto quando voltarmos a encher a boca para falar de “verdade desportiva”. De nada nos serve invocar a dimensão moral se não passarmos de pacóvios moralistas.  
 
por JAS às 20:47 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
De todos, (escolheu) um.
Às dezasseis horas e dezasseis minutos de terça-feira (momento em que é feito o primeiro comentário), o onze escolhido pelos adeptos do Benfica, e anunciado na página oficial do Facebook do Benfica, era este:

Mika, Luisão, Luisinho, Miguel Vitor, Maxi, Ola John, Carlos Martins, Aimar, Melgarejo, Hugo Vieira e Cardozo. 


Às vinte e três horas de terça-feira (momento em que é feito o primeiro comentário), o onze escolhido pelos adeptos do Benfica, e anunciado na página oficial do Facebook do Benfica, era este: 

Mika, Luisão, Luisinho, Miguel Vitor, Maxi, Ola John, Carlos Martins, Aimar, Melgarejo, Hugo Vieira e Cardozo. 


Às vinte horas de quarta-feira, o onze anunciado no site oficial do Benfica foi este:

Paulo Lopes, Luisão, Javi Garcia, Rodrigo Mora, Maxi, Ola John, Carlos Martins, Nico Gaitan, Garay, Melgarejo e Saviola.
Da tarde para a noite de terça-feira, não mudou um único jogador. A equipa estava feita para jogarem aqueles que quem vai ao Estádio, e convive com benfiquistas, sabe serem os favoritos: as esperanças, os jogadores adquiridos recentemente, os portugueses e os insubstituíveis. De terça para quarta, não encontrei mais nenhum anúncio relativamente à equipa escolhida pelo Benfica "até ao momento". Às vinte horas, o Benfica anuncia, na sua página oficial do Facebook, um onze "escolhido por todos vocês", onde figuram Paulo Lopes em vez de Mika, Rodrigo Mora, Nico Gaitan e Saviola, num total de seis "substituições" relativamente ao onze anunciado "até ao momento" no dia anterior. Dos cinco portugueses, ficaram dois, como é, aliás, habitual. Mais estranha ainda é a troca de guarda-redes, a inclusão de Mora, que nada fez para justificar, até agora, qualquer tipo de preferência (Hugo Vieira é português e isso chega para muitos adeptos) e, acima de tudo, a de Nico Gaitan. Votaram nele, certamente, os benfiquistas que só tiveram acesso aos jogos da Liga dos Campeões da época passada. Não vale sequer a pena falar da ausência de Aimar, a única que talvez se justificasse por eventual lesão do jogador.

Para votar, era preciso telefonar. Segundo percebi, a chamada era paga. Até pode ser que os amigos desta gente tenham ligado ininterruptamente durante vinte horas para garantir que certos jogadores eram seleccionados. Mas é uma mudança de opinião bastante repentina e, em alguns casos, ligeiramente estranha.

A propósito, ainda não recebi nenhuma resposta do Benfica ao meu e-mail questionando o preço dos cativos. Alguém recebeu? É uma pergunta de retórica, mas sintam-se à vontade para responder.

 
por JAS às 07:45 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Julho 06, 2012
Tottenham
KEN (looking at a surreal Bosch painting): It's Judgment Day, you know?
RAY: No. What's that then? 
KEN: Well, it's, you know, the final day on Earth, when mankind will be judged for the crimes they've committed and that. 
RAY: Oh. And see who gets into heaven and who gets into hell and all that.
KEN: Yeah. And what's the other place?
RAY: Purgatory.
KEN: Purgatory... what's that? 
RAY: Purgatory's kind of like the in-betweeny one. You weren't really shit, but you weren't all that great either. Like Tottenham. 

[Brendan Gleeson e Colin Farrell, Em Bruges, 2008, de Martin McDonagh]


Daqui.
 
por JAS às 23:40 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Julho 03, 2012
Da arte de pedir um porco e dar um chourico
Enviei um e-mail ao departamento de socios do Benfica. Nao tenho cativo, mas achei necessario faze-lo. Nao falei em rasgar cartoes, em deixar de ser socio, em cortar na despesa da equipa de futebol. Propus o que li nos varios blogues benfiquistas. Perguntei por que razao nao se pode escalonar o pagamento do red pass, com um eventual desconto a quem o faca de imediato, por inteiro. Perguntei por que razao nao se da acesso, por aqueles precos, aos jogos da Taca de Portugal e aos jogos das modalidades. Perguntei, enfim, por que razao a estrutura administrativo do Benfica parece estar tao alheada da realidade economica do Pais e, sobretudo, das dificuldades financeiras que atingem parte - ou a totalidade, nao sei - dos seus associados. Pedi que, caso nao houvesse possibilidade de fazer absolutamente nada, que, ao menos, se fornecessem explicacoes. Nao desculpas: explicacoes. Indicacoes de que varios caminhos foram seguidos, mas que, infelizmente, nenhum era, por exemplo, financeiramente viavel. E que, no minimo, se pedisse desculpa pelo aumento de precos. Sem divorciar a culpa. 

Exorto-vos a fazerem o mesmo. Sem insultos. Sem ameacas. Um e-mail, um telefonema, uma coisa simples e directa a dizer: nos queremos saber porque. Ja tentaram isto? Ja tentaram aquilo? Se sim, qual foi o resultado? Os ingleses tem uma palavra que eu adoro: accountability. A traducao mais fiel e "responsabilidade", que nao significa bem a mesma coisa. Quer dizer supervisionar, estar em cima de, no fundo, responsabilizar, mas de forma um bocadinho mais suave (nao nos resultados, mas nos meios). Se os departamentos do Benfica nao sao suficientemente, digamos, proactivos para resolver a questao, cabe aos socios faze-lo. Com e-mails. Telefonemas. Reclamacoes directas. E ate, por que nao?, sugestoes. Nao temos tempo? Nao vale a pena? Nao da em nada? Vale sempre a pena. Dezenas de chamadas. Centenas de e-mails. Milhares de reclamacoes. Farao todos a diferenca. Se nao agora, talvez mais tarde. Mas farao a diferenca. Nao nos acirremos so em periodos eleitorais ou em finais de campeonato. Se o Benfica insiste em tratar-nos como clientes, compete-nos recordar a estrutura administrativa do Benfica que o cliente tem sempre razao. Por isso, quando vos derem uma resposta, leiam-na com cuidado. E, caso nao vos satisfaca, pecam mais explicacoes. Se necessario, por telefone. Moam, moam, moam, quantas vezes for preciso. Esta porcaria nao se vai mudar sozinha. E o Benfica, recordemo-nos sempre, somos nos. 
 
por JAS às 10:40 | Link | 7 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Junho 29, 2012
360€ por um cativo?
Vão roubar para a estrada!!!

Enviei isto para o Benfica, fico à espera de resposta:

"Recebi ontem o aviso da renovação do Red Pass e não posso deixar de mostrar estranheza e desagrado pelo violento aumento de preço (310€ para 360€), ou seja, superior a 16%
Numa altura de profunda recessão económica o produto "futebol" é um verdadeiro luxo.
Este tipo de comportamento por parte do Benfica só contribui para uma quebra ainda mais acentuada na assistência aos jogos (a que já se assistiu na época passada), para além de ser um claro contrasenso na medida em que o slogan do Red Pass é "a força de estar presente".

A título de exemplo, pelo valor do Red Pass (18 jogos), posso pagar um ano de Sportv...
É esta escolha que pretendem encorajar?"
 
por Jota às 09:58 | Link | 29 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Junho 08, 2012
FJV
Aprecio Francisco José Viegas, o literato. Aprecio Francisco José Viegas, o político. Ignoro Francisco José Viegas, o morcão. Até ao momento em que o morcão espanca o literato, compra o político e vem marchando sorridente para Lisboa. Viegas não precisa de demitir-se: já não lhe resta um grama de credibilidade, o que o torna perfeito para a função. Nesse aspecto, entre ele e Miguel Relvas não há qualquer diferença, o que, para alguém com o seu percurso intelectual, deveria ser o pior dos insultos. Não é. Como o próprio disse: é só uma crónica.

 
por JAS às 21:58 | Link | 0 tragédia(s) escrita(s)
Da ida a Angola (II)
Diz-se do Benfica que foi o clube do Regime, na esperança de que uma mentira contada muitas vezes adquira laivos de verdade, mas a história demonstra que, ainda Portugal marinava na ditadura e já o Benfica tinha eleições democráticas. Em confrontos com rivais, aquilo de que muitos benfiquistas mais dizem orgulhar-se é das raízes modestas do clube. Um Estádio construído com os sócios e pelos sócios. Um clube que é bem sucedido onde outros falham: nascendo pequeno, cresceu além regiões, além classes, até ser maior do que o País onde nasceu. 

É por isso que não percebo - e não me agrada - esta obsessão com Angola. Nota prévia: não confundo Angola com os angolanos. Percebo, admito e respeito que aqueles que nada têm ganhem alguma coisa a ver o Benfica. Mesmo aqueles que, como eu, têm tudo (e tudo, aqui, só se refere ao essencial) ganham sempre algo mais. Mística, glória, magia, enfim, chamem-lhe o que bem entenderem. O que a mim me revolta é o beija-mão à Angola que tem como homem mais rico do País o (eterno) presidente, logo seguido de uns quantos políticos e militares; à Angola que reprime, à lei da bala, manifestações contra o presidente; à Angola que sustenta as lojas de Lisboa, e compra bancos portugueses enquanto os angolanos morrem de fome lá na terra; à Angola que permite a censura em Portugal; etcetera, etcetera, etcetera. Esta não é a génese do Benfica. O Benfica não pode permitir ou tolerar que a sua história seja emporcalhada por ligações gente desta. E muito já se passou. Por muito curta que seja a minha memória, nunca me esqueci - e nunca me esquecerei - daquela historieta dos troféus. Vocês já?

Não sou o primeiro a dizer isto. Não serei, certamente, o último. Que o Benfica necessite de investimento, compreendo. Que as necessidades financeiras actuais exijam diplomacia em vez de frontalidade, tolero. Que o Benfica se amancebe com regimes questionavelmente democráticos, lamento, mas recuso-me a aceitar. Por isso escrevi, no post abaixo, que, das dezenas de boas razões para não ir a Angola, o Benfica tinha escolhido a menos relevante de todas elas. Perdem os de sempre: os angolanos. É, honestamente, uma pena. 
 
por JAS às 20:49 | Link | 0 tragédia(s) escrita(s)
Da ida a Angola (I)
Ha dezenas de boas razoes para nao ir a Angola. O Benfica conseguiu escolher a menos relevante de todas. Sobre Francisco Jose Viegas, falamos mais tarde.
 
por JAS às 12:32 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Junho 05, 2012
Da Selecção

Dizemos “máfia” sem sabermos bem o que dizemos. Na investigação que conduziu ao maxi-processo de Palermo, um dos mais importantes julgamentos que teve lugar em Itália no contexto da luta anti-máfia, o juiz Giovanni Falcone, um herói pessoal, inquiria um “pentito” sobre a máfia siciliana e sobre os seus membros, os “mafiosi”. O “pentito” respondeu que a palavra “máfia” era uma fabricação da imprensa. O termo correcto para a organização criminosa siciliana era “Cosa Nostra”. O termo “mafiosi” também era inexistente. Existiam apenas “uomini di onore”. Homens de honra. É uma designação contraditória e incomodativa. A honra não costuma dar a mão a criminosos. Neste caso específico, “honra” adquire um sentido naturalmente equívoco. Honra para com os outros membros. Honra para com a causa. Acima de tudo, honra como sentimento de dever, de protecção dos seus. Homens de honra. Por oposição a homens honrados. Como Falcone e Borsellino, assassinados pouco tempo depois. Ou, a um nível bastante inferior, mas igualmente importante, Cesare Prandelli, actual selecionador italiano. Que fez Prandelli? Perante mais um escândalo no futebol italiano, que afectou, inclusivamente, a equipa nacional, Prandelli não se fez rogado: se achassem por bem, a Selecção italiana não iria ao Euro. Graça. Mercê. Honradez.

Em Portugal não se passou nada semelhante. Um ex-selecionador indicou que um presidente de um clube influencia (atenção ao tempo verbal) as escolhas de jogadores para a equipa nacional. Pura rotina. O País e, acima de tudo, os seus cidadãos, lutam contra o estrangulamento financeiro, enquanto a Selecção se qualifica em primeiro no ranking das que mais gastam no Europeu. O único primeiro lugar, diga-se, a que esta selecção pode aspirar, tendo em conta o triste espectáculo que se viu com a Turquia. Da Federação, nem uma palavra. Dos órgãos de soberania, apenas silêncio. Naturalmente: a democratização do futebol, apenas permitida pelos jogos da Selecção Nacional, serve propósitos óbvios numa altura de crise aguda. No final, haverá distribuição de prémios milionários por conquistas medíocres, como é, aliás, habitual. O único escândalo do futebol português é precisamente a ausência de escândalos. Corrijo: escândalos até podem existir. Culpados, nunca. É por isso que, quando me perguntam por que razão me recuso a apoiar a Selecção Nacional, a resposta é simples: francamente, já não distingo os homens honrados dos homens de honra.

 
por JAS às 22:49 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Abril 30, 2012
Sem Honra nem Glória
Finalizámos a entrega do campeonato ontem ao empatar com o Rio Ave. Nada de extraordinário, tendo em conta o doloroso trajecto neste campeonato em que tivémos TUDO para ser campeões: jogadores acabados de chegar e que se integraram rapidamente no onze titular (Artur, Garay, Witsel, Nolito, Rodrigo), futebol com "nota artística", o muitas vezes raro pragmatismo para esquecer a nota artística e jogar para o resultado, adversários na luta para o título com evidentes fragilidades. Tudo isto contribuiu para os cinco pontos de vantagem, o que deveria ter sido um tonificador para a performance da equipa. Poder-se-ia dizer que tivémos o pássaro na mão.A dura realidade é que viémos a ceder inexplicavelmente em toda a linha. A arbitragem, mesmo com as muitas falhas e omissões que teve, não explica todo este descalabro. Recordo por exemplo o inadmíssivel, pela forma pretensiosa e arrogante como estivémos em campo, comportamento da equipa no jogo em Guimarães, numa altura em que tínhamos tudo a nosso favor mas nada estava ganho.

Para o ano a prioridade deve ser manter o grosso do plantel, acrescentando no mínimo dois novos laterais e um central. Acerca do treinador... Creio que JJ devia ser mantido (não vejo a limpeza de balneário como uma estratégia a seguir), mas é necessário que a estrutura do futebol benfiquista passe a JJ a mensagem, ou seja, que a sua teimosia no jogador A em detrimento do jogador B raramente tem dado frutos, e independentemente de quem tenha sugerido a sua contratação se um jogador faz parte do plantel do Benfica deve ter uma oportunidade de lutar pela titularidade.

PS: Li agora que LFV não esteve no jogo de ontem por "estar no estrangeiro".

Cabe ao Presidente do Benfica dar a cara nos bons e nos maus momentos. Infelizmente, Vieira tem sido mais visível nos (poucos) bons momentos do que nestes.
 
por Jota às 11:35 | Link | 8 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Março 03, 2012
Falemos então de História
Mas primeiro um parágrafo sobre Jesus. Um elevado conhecimento táctico não significa, necessariamente, uma desmesurada capacidade cognitiva. Se assim fosse, o Jorge já teria percebido que a sua obstinação lhe cortará, rasa, uma carreira que se deseja ambiciosa. Fala-se naturalmente de Emerson e Gaitan, filhos pródigos da sua teimosia. Os disparates são contínuos e recorrentes, mas não há erro que se lhes não perdoe. Isso já tramou Jesus no passado. Tramá-lo-à novamente este ano. Tenho pena: Jesus é bom e assentar-lhe-ia bem um lugar na História. Não creio, porém, que seja suficientemente inteligente para consegui-lo, sobretudo porque há mais coisas entre o balneário e as bancadas do que alcança a sua perseverante teimosia. O futebol, em todo o seu relativismo, rege-se por um princípio absoluto: quem não sabe jogar, não tem lugar. Temo que o Jorge já não vá a tempo de entendê-lo.

Falemos então de História e recordemos Maria Antonieta. Sendo certo que a frase "não têm pão, comam brioches" lhe é erroneamente atribuída, é inegável o  valor do evento como parábola. A lição é simples: quem goza continuamente com o povo, acaba guilhotinado. A versão corriqueira remonta aos tempos de Cristo, envolvendo igualmente um Rei, o Herodes, que, fazendo uso de uma conjunção coordenativa, habilmente terá esclarecido que não é boa ideia falar demasiado. Vai valendo a, digamos, gente da estirpe de Pedro Proença, que Portugal seja, até ao momento, um país dito "de brandos costumes". Numa democracia um pouco mais irascível, como a Grécia, em momentos de elevada tensão social, como o actual, entidades como o árbitro do jogo de hoje necessitariam de protecção policial contínua, reflexo do caos reinante e da profunda desconfiança com que é observado o sistema institucional vigente, a começar pelo que aplica a justiça. Em linguagem da taberna: o pessoal sente-se gozado, fica lixado e, sem ninguém que o defenda, distribui galhardamente uns tabefes.

Não será por isso de estranhar que óperas bufas (e "bufas", neste contexto, assume um sentido equívoco), como a que protagonizou hoje Pedro Proença, lhe possam custar, no futuro, um pouco mais do que dois dentes. Não pela sua gritante incompetência para a prática da arbitragem ou até pela constante e daltónica capacidade de prejudicar sempre o mesmo clube, naquele que é um exercício obsessivo digno de figurar nos anais da História e, se possível, também na Avenida do Brasil (na pretensão, para alguns ingénua, de que o prejuízo nunca implica dolo ou, sequer, negligência). Mas porque o povo está cansado de ser gozado e Proença se passeia por "shoppings" (como diz uma certa casta de provincianos) como D. Carlos pelo Terreiro do Paço.

Esta comparação (e, por atacado, este raciocínio), padece porém de duas lacunas graves: primeiro, seriam necessários épicos níveis de idiotia para alguém se deixar arruinar por causa de um pateta que poderia reinar, no máximo, sobre uma roulote de farturas. Segundo, porque como a História demonstrou, as monarquias caem com os reis, não com os bobos. Pratiquemos por isso a paciência, apoiando-nos nas sábias palavras de Morpheus: "tomas o comprimido azul e acaba tudo aqui". There's only so many blue pills...
 
por JAS às 01:33 | Link | 17 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Março 01, 2012
'Da-se, que este e dos longos

Tenho sempre vontade de voltar nas vesperas de jogos com o Foculporto. Estou em crer que me impele mais o imperativo etico (esquecam a filosofia) de contribuir para o combate a uma (alegada) corrupcao que uma real vontade de escrever sobre futebol. Sera esta a diferenca entre o classico e o derby. No derby, falamos sobretudo de bola. No classico, esse costuma ser o tema menos frequente. Nao e por acaso. Basta uma passagem pelos principais blogues portugueses para compreender que a natureza do classico e mais do foro criminal que do desportivo. Nos, os benfiquistas, nao nos cansamos de sublinhar as escutas e toda a gastronomia envolvente. Os adeptos do Foculporto nao se cansam de nega-las. Perdao, erro. Negacao nunca houve realmente (excepto por parte de um ou outro lunatico com surdez profunda). O que se le, normalmente, sao retaliacoes baseadas em duvidosos conhecimentos de Historia (ah, o Estado Novo ao servico do desporto!) e tentativas – bem sucedidas – de denegrir a personalidade de terceiros que tiveram a audacia de, imagine-se, aplicar a lei.

Reconheco, compreendo e tolero a irracionalidade, a que alguns chamam “paixao”, que rodeia os acontecimentos futebolisticos. Costumo, alias, dizer que os jogos do Benfica sao os meus noventa minutos de barbarie semanal, sem a qual, bem entendido, padeceria de uma sociopatia ainda mais exacerbada. Ainda assim, e inevitavel a imposicao de limites. Os meus estao na legalidade. Especifico: nao na legalidade do jogo per se. Aceito ocasionalmente golos marcados com a mao, foras-de-jogo mal assinalados, amarelos e vermelhos esquecidos, desde que a intencionalidade fique de fora. Abomino a ideia de higienizar um jogo com “novas tecnologias”. A falacia da “verdade desportiva” deve continuar a ser um exclusivo de desportos de emocao contida e calculada como o tenis e o rugby.

Todavia, a intencionalidade, e tudo aquilo que diga respeito a legalidade para alem do jogo, ultrapassa os meus limites. O que se viu em Coimbra foi um exemplo. E muito complicado acreditar – ainda que, para efeitos de um processo judicial, tal seja possivel – que tudo aquilo tenha sido apenas fruto de absoluta incompetencia, nao so de quem apitou, mas sobretudo de quem deixou apitar. E por isso que nao discuto com adeptos portistas. Nao tanto para evitar descer ao seu nivel (sera que alguem sabe realmente que nivel tem um protozoario?), mas para evitar entrar em territorios que so nao sao inospitos porque la costumam habitar os adeptos do Foculporto. Refiro-me a uma dimensao de legalidade paralela onde a prova se refuta, ou pela ausencia de discussao, ou pelo ataque pessoal rasteiro. E uma dimensao que pretence naturalmente ao dominio do fantastico, mas, curiosamente, nao ao do insano. Os adeptos do Foculporto, ao contrario do que gostam de fazer crer, sao perfeitamente imputaveis, no sentido em que sabem distinguir o que e social e legalmente correcto e o que nao o e.  

Como agir, portanto, com quem aceita comportamentos alegadamente a margem da lei? Ja que quem a executa se eximiu, por razoes exclusivamente formais, de faze-lo, impoe-se-nos, dentro de campo, restabelecer os limites necessarios a pratica de um futebol desportivamente imperfeito, mas legal e eticamente sao. Para isso, mais do que vencer, e fundamental massacrar. Porque o que uma vitoria conquista, um massacre regenera. 
 
por JAS às 13:15 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Fevereiro 29, 2012
Rapazes,
É já sexta feira que jogamos aquela que será a final do campeonato. Bem sei, bem sei: são só três pontos, um jogo nao decide competições, enfim, a ladainha do costume. A realidade que todos conhecemos é que um novo golpe, e logo contra o Fóculporto, os deixará inapelavelmente mais fortes e, consequentemente, acabará com as nossas esperanças de sermos campeões. É fundamental que prestem atenção ao "nossas", porque também vos diz respeito. Na semana em que o Benfica celebra o seu centésimo oitavo aniversário, não será demais relembrar que a equação que dá vida ao Benfica se faz da soma de cada um dos seus adeptos. Há cem anos como agora. E somos tantos, rapazes, sobretudo quando, de muitos, fazemos um. Não se enganem, meu caros: é nesse momento que o Benfica atinge a sua máxima plenitude, o seu pico de grandeza, a sua eterna glória. Também erramos, sim, mas só porque exigimos o máximo daqueles que representam, mais do que um século de história, um século de gente. Gente anónima, gente da rua, gente da praça, gente fabril (e febril), os operários, os pedreiros, os empregados, gente que, na ausência de posses, ergueu a mística e, logo de seguida, duas Catedrais para louvá-la. Gente que não vive somente o Benfica, porque o é. Somos nós que lá estaremos sexta-feira. Nós, que pouparemos ainda um pouco mais para lá estar. Nós, que traremos mais Benfica nos ventres, entre os braços, aos ombros, pela mão. Nós, que vergados ao peso da austeridade e à inevitabilidade da História, lutaremos até ao fim para preservar o que há cento e oito anos temos vindo a construir e, sobretudo, a conquistar. Temos em vós os nossos capatazes, mas, sobretudo, os nossos guerreiros, a nossa armada invencível, a nossa ínclita inspiração. Só a vitória, por isso, não nos chega. Queremos um troar uniforme de revolta, uma sublevação jogada, uma confiança indómita e inabalável. Queremos um massacre. Seremos a segunda, a terceira, a milésima vaga. Que não vos faltem as pernas. Que não vos falte o fôlego. Que não vos falte o ânimo. O Benfica jamais vos faltará.

Ao ataque, meus Bravos.
 
por JAS às 00:27 | Link | 0 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Janeiro 31, 2012
Tiros nos pés
Contratar o Yannick e emprestar o Ruben ao Amorim parecem-me duas decisões erradas. Amorim porque reforça um clube que nos tem sido aberta e frontalmente hostil, e o Yannick porque não o vejo com potencial para reforçar a equipa, por mais posições que faça. Necessitávamos muito mais de um lateral esquerdo do que um novo atacante.
 
por Jota às 11:19 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Janeiro 08, 2012
Já sabíamos
Mas agradecemos a confirmação, António
 
por Jota às 19:56 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Dezembro 17, 2011
Até para o ano
"Fica bem de encarnado
Finta por todo o lado
Nolito! Nolito!"
PS: A renovação de Maxi por mais 3 anos já é oficial. Excelente notícia. Agora, só peço o tal lateral esquerdo.
 
por Jota às 12:42 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Dezembro 14, 2011
Hohoho
Querido Pai Natal,

Este Natal não tenho muito para pedir.
Gostava que me trouxesses um defesa esquerdo que não me pregue sustos a cada jogo que vejo. O Emerson é esforçado, mas eu também sou e não tenho lugar no onze do Benfica.


 
por Jota às 11:59 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Novembro 28, 2011
Escumalha verde





Adeptos de "nível" só poderiam fazer algo assim...
 
por Jota às 09:38 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Novembro 08, 2011
Classe Pura
É sinónimo de Pablo Aimar.

 
por Jota às 14:01 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
O Insulto
Alegadamente, o Javi chamou de "preto" ao Alan. Não posso concordar com o insulto do Javi. Devia ter chamado o que na realidade ele é.
 
por Mavs às 11:37 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Novembro 07, 2011
Da generalizada falta de luz
Não foi só nas bancadas do estádio AXA que faltou a luz.
De algum tempo para cá tenho notado uma quebra no rendimento da equipa, especialmente notória após o jogo com o Olhanense, tendo-se manifestado novamente em Basileia.
Ontem vi uma equipa curta, com poucas (enquanto AImar esteve em campo na sua posição) ou nenhumas ideias.
E começo a ficar preocupado com esta falta de luz.
Será que não é transitória?

PS1: A Pedro Proença não faltou a luz.
Não vou discutir o penalty contra nós, porque já beneficiámos de penalties semelhantes. Mas não marcar penalty no agarrão / derrube contra Luisão é grave.

PS2: O comunicado do Javi acerca dos alegados insultos racistas está impecável!
O "trancinhas" atingiu um novo  ponto baixo.
 
por Jota às 12:31 | Link | 0 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Setembro 26, 2011
O novo ídolo do Fucile
 
por Jota às 13:08 | Link | 0 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Setembro 22, 2011
Pode ser que assim
 
por Jota às 13:06 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Setembro 07, 2011
Finalmente?
Luís Filipe Vieira e Godinho Lopes, presidentes de Benfica e Sporting respectivamente, reuniram-se esta terça-feira ao almoço no hotel Tivoli, em Lisboa.
Cheira-me que este Engenheiro, tal como aconteceu ao Dias da Cunha, não dura lá muito. Afinal de contas, estamos a falar de gentinha com a inteligência de... lagartos.
 
por Mavs às 11:58 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Setembro 01, 2011
Capdevilla
Então não é que o Jesus vai exclui-lo da Champions? Alguém percebe? Querem ver que o Emerson agora é melhor?
 
por Mavs às 15:43 | Link | 8 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Agosto 17, 2011
Finalmente
temos guarda-redes à altura do Benfica!
 
por Jota às 17:34 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Agosto 09, 2011
Sobre a agressão a Pedro Proença
"São episódios como este que desprestigiam e empobrecem o desporto, em geral, e o futebol, em particular. Nada justifica este tipo de actos e atitudes, porque eles reflectem o pior lado de quem perdeu qualquer tipo de valores.

Ao árbitro Pedro Proença, o Sport Lisboa e Benfica deseja transmitir uma inequívoca palavra de solidariedade, manifestando-lhe, igualmente, o desejo de rápidas melhoras, esperando que a Justiça aja de forma célere."


Excelente comunicado!
 
por Jota às 15:29 | Link | 10 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Agosto 08, 2011
Estado de espírito
Empolgado com a segunda parte e pouco convencido com Bruno Cesar e Enzo Perez.



 
por Jota às 12:05 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Agosto 02, 2011
8,6M€ por Roberto
Achei um negócio estranhíssimo, pelos valores envolvidos e por ter sido com um clube que pediu em Junho protecção judicial.
Quase de certeza que estamos a falar de um valor contabilístico, ou seja, deve estar em causa um acerto de verbas do negócio Aimar e outra parte em dinheiro.
Mas a compra por 8,5M€ também tinha sido estranha, por isso fecha-se o círculo.

Menos uma dor de cabeça!
 
por Jota às 09:45 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Agosto 01, 2011
Malta esperta, esta
Haja alguém que aproveite a formação do Benfica, já que nós não parecemos muito interessados nisso...
 
por Jota às 09:08 | Link | 14 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Julho 28, 2011
Abrindo o livro


Está na forja um novo favorito nas hostes da Luz!
 
por Jota às 09:10 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Julho 20, 2011
FM 2011/2012
Artur, Eduardo, Mika, André Almeida, Wass, Léo Kanu, Miguel Vitor, Garay, Emerson, Capdevilla, Rubén Lima, Matic, David Simão, Nuno Coelho, Witsel, Bruno César, Enzo Pérez, Urreta, Nolito, Rodrigo Mora, Nélson Oliveira, Rodrigo, Melgarejo... E ainda me devo ter esquecido de 2 ou 3. Andamos mesmo a brincar com isto.
 
por Mavs às 16:43 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Julho 19, 2011
Um clássico
 
por Jota às 09:15 | Link | 10 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Julho 18, 2011
Coincidências
"Aqui, apesar de nós acreditarmos muito nele, ao primeiro erro seria sempre marcado como o guarda-redes que só dá frangos"

Apesar de poder parecer uma conversa acerca de Roberto, não é.
É acerca de Eduardo, possível "reforço" para a baliza. Tenho as minhas dúvidas que isto seja uma boa solução...
 
por Jota às 09:35 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Julho 13, 2011
Vieira em 2012/2013 - Discurso no futuro
No final deste ano, já estou a ver o discurso do Vieira para a nova época: "Tenho de dar um murro na mesa! Nesta nova época de 2012/2013 não vamos cometer os mesmos erros do passado: não vamos para estágio com 50 jogadores, vamos manter a espinha dorsal da equipa, não vamos ter um plantel de 27 jogadores, não vamos comprar um camião de jogadores novos, não vamos ter 8 n.º 10 no plantel, e as nossas escolhas de jogadores vão ser muito mais criteriosas uma vez que só iremos comprar jogadores com inequívoca qualidade".

A sério, no meio dessas compras todas não se arranjou por aí um novo Presidente?

Meus caros, para o ano (lá para 2013, portanto) há mais.
 
por Mavs às 12:39 | Link | 7 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Julho 04, 2011
Como não marcar isto?!?!?
 
por Jota às 15:36 | Link | 8 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Junho 28, 2011
Na cadeira de sonho
Renovei o Red Pass.

No entanto faço-o envolto num profundo pessimismo.
Afinal, que outro estado de espírito me é permitido se vejo António Carraça voltar a um lugar onde não foi particularmente feliz, quando temos Nuno Gomes sair pela porta pequena ao mesmo tempo que retumbantes nulidades (atendendo ao rendimento da época passada) como Weldon ou Kardec fazem a pré-época ou olho para as sucessivas apresentações de novos jogadores na Luz e penso se voltámos ao tempo em que comprávamos por atacado?

Estarei novamente na minha cadeira de sonho.
Infelizmente, sem grandes ilusões.

PS: Para quando a necessária investigação a isto?
 
por Jota às 08:53 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)